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Colômbia é um mercado de "oportunidades" para as empresas da construção

2016-08-26

O ministro da Economia, Manuel Caldeira Cabral, afirmou hoje que a Colômbia é um mercado de "oportunidades" para as empresas de construção portuguesas e fez um balanço "muito positivo" da sua visita de três dias ao país.

"Salientava no caso da Colômbia a ideia de muitas oportunidades" que vão existir na área da construção, porque o país "está de facto a fazer um forte investimento nas infraestruturas e as empresas portuguesas estão muito bem posicionadas com a experiência que têm" acumulada quer nos projetos de infraestruturas no mercado português, quer em outros mercados, afirmou o governante no último dia de uma visita ao país.

"O balanço que faço da visita é muito positivo. Tivemos encontros com a ministra da Indústria, comércio e Turismo, a minha homóloga, mas também com o vice-ministro das Relações Exteriores e com o vice-presidente, que é quem tem a parte das obras públicas, que é uma parte muito importante para as empresas portuguesas", afirmou à Lusa Manuel Caldeira Cabral, no último dia de uma visita de três dias àquele mercado da América do Sul.

"Tivemos um encontro muito forte e muito completo e fomos de facto muito bem recebidos pelo Governo colombiano", a quem "conseguimos transmitir, e penso que estavam recetivos dessa mensagem, uma mensagem importante de reforço do que é a qualidade das empresas portuguesas, do que é a capacidade que elas têm em vários setores, em particular na construção", salientou.

A Colômbia está atualmente a lançar um programa de obras públicas para o melhoramento das estradas, das redes de fibra ótica e até na área da energia.

"Quisemos dar um testemunho não só da confiança que o Governo português tem nas empresas construtoras portuguesas, quer também nas empresas de materiais de construção", disse.
O ministro visitou a Expo Camacol, a maior feira de materiais de construção da Colômbia e da região, acompanhado de uma delegação de mais de 30 empresas do setor, sendo que Portugal foi país convidado do certame.

"Penso que este reconhecimento de Portugal ser o país convidado desta que é a maior feira anual que eles têm de material de construção é muito importante, e é por isso que quis estar aqui para dar mais visibilidade ainda às empresas portuguesas porque isto é muito importante para reforçar as exportações destes produtos de construção, para abrir expectativas e perspetivas de novos negócios na área de adjudicação de obras públicas", acrescentou.

O governante esteve também com empresas portuguesas que têm negócios no mercado colombiano.

"Estivemos aqui com os empresários e o que sentimos foi uma energia positiva, não só pelos negócios que já têm e que estão a correr bem, mas pela perspetiva de poderem concluir e fechar uma série de novos negócios importantes e aqui em áreas muito diversificadas", acrescentou.

Manuel Caldeira Cabral deu o exemplo da Jerónimo Martins, que está no mercado colombiano com a rede de supermercados Ara.
"Está a expandir muito a sua rede de distribuição de supermercados que tem aqui", disse, adiantando que "a Mota-Engil está neste momento prestes a concluir um edifício importante para a Defesa Nacional que foi um marco importante".

Ainda sobre a construtora portuguesa, o governante sublinhou que esta "também ganhou agora um concurso" para a construção "de centenas de escolas por todo o país", num contrato de 280 milhões de euros, além de obras em portos.

Lembrou que há "várias outras empresas portuguesas que estão aqui [na Colômbia] com obras em portos e aeroportos" e apontou que as exportações estão a começar a crescer e em setores diferentes dos tradicionais.

Durante a visita, o ministro contactou uma empresa que importa peixe e marisco de Portugal, a qual convidou a visitar o mercado português, e uma `startup` portuguesa com um negócio inovador na distribuição de produtos `online` e que conta com 2.000 trabalhadores.

Caldeira Cabral adiantou que esta `startup` e o ministro responsável pelas tecnologias de informação da Colômbia foram convidados a marcar presença na Websummit, que se realiza este ano em Lisboa.

Questionado sobre o facto de não haver atualmente uma ligação aérea direta entre Lisboa e Bogotá, Manuel Caldeira Cabral afirmou ser "óbvio que uma ligação direta é interessante".
"A TAP não cancelou esse voo, mas suspendeu o voo e, portanto, o que podemos ter é uma retoma desse voo e essa mensagem também vou transmitir à TAP", afirmou, recordando que "houve uma reorganização dos voos transatlânticos" da transportadora aérea "com o reforço dos voos para a América do Norte e com o cancelamento e a suspensão de algumas rotas".

"Penso que era interessante retomar, até porque era uma rota rentável, mas obviamente isso é uma decisão" da TAP, acrescentou, sublinhando que a suspensão da ligação não teve impacto nas exportações das empresas portuguesas.

Fonte: http://www.rtp.pt/noticias/economia/colombia-e-um-mercado-de-oportunidades-para-as-empresas-da-construcao-ministro_n942753

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