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Sector da construção exige o fim do Adicional ao IMI

2018-08-19

A Associação dos Industriais de Construção e Obras Públicas vai propor ao governo a eliminação do Adicional ao IMI no Orçamento do Estado para 2019. A seguir Apenas 6,5% dos prédios pagam Adicional ao IMI Mais vistas FOTOGALERIA Até 2020 estas 30 coisas vão desaparecer CONSUMO Os produtos que valem mais a pena comprar de marca branca INSTAGRAM Quanto cobra Ronaldo por um 'post' nas redes sociais? Surpreenda-se com o valor CONSTRUÇÃO Estes são alguns dos 'elefantes brancos' mais caros do mundo Cego e injusto são alguns dos termos que a Associação dos Industriais de Construção Civil e Obras Públicas (AICCOPN) usa para classificar o Adicional ao IMI e que a levam a defender o fim de um imposto que, afirma, penaliza duplamente as empresas do sector. Entre o conjunto de propostas para o próximo Orçamento do Estado que pretende fazer chegar ao governo a AICCOPN, liderada por Reis Campos, vai propor a eliminação do Adicional ao IMI. Este tributo, que fez a sua estreia no ano passado – e que terá se ser pago pela segunda vez durante o próximo mês de setembro – incide sobre o património imobiliário das empresas (incluindo terrenos para construção) que não estejam afetos à sua atividade.
A taxa aplicável é mais reduzida do que a dos particulares 0,4% contra 0,7% – mas enquanto estes beneficiam de um exclusão de tributação até 600 mil euros (que pode ser duplicada tratando-se de um casal – entre as empresas, não existe qualquer isenção. Classificando-o como um “imposto cego” que traduz uma efetiva penalização do património imobiliário, em especial do “património habitacional detido pelas empresas”, a associação acentua que o Adicional ao IMI penaliza de forma particular as empresas de menor dimensão, sedeadas no interior do país, onde é mais difícil escoar os ativos que detêm.

Fonte: https://www.dinheirovivo.pt/outras/sector-da-construcao-exige-o-fim-do-adicional-ao-imi/

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